"Der rote Krieger", Öl auf Leinwand 1993 / 100cmx120cm /  8000,-€ 

"sie sind umgekehrt", Öl auf Leinwand 1984 / 100cmx120cm /  8000,-€ / Titel: 

Hans Holle

http://www.hansholle.de/

 

"In diesem Raum bewegen maskierte Worte das Licht"

Öl auf Leinwand 1998 /   70cmx  75cm /  7000,-€

"Wegstrecke einer Maus", druckbild, unikat, bearbeitet , 55cmx78cm / 350g zerkalbütten / 2000,-€ 

"Rote Kathedralen", Öl auf Leinwand 1996 /   90cmx105cm /  

8000,-€ / Titel:  

"Schweißtuch der Veronika", druckbild, unikat, bearbeitet , 55cmx78cm / 350g zerkalbütten / 2000,-€ 

 

_______nur Maschinen tragen von einem Ort zum
anderen__HANS HOLLE ist am 20.12.1934 in der Stadt
Hameln geboren worden . Mit 15 Jahren Beginn der
Umfassenden Ausbildung im Druckereigewerbe . Er lebt
in Berlin und auf Langeland . 1955 Abschusz in die
Malerei . Das Ballett der Bilder . Es hat ihn Abgeschossen
ohne Rückkehr in die Fragestellung : das ist das Bild . Eine
Wirklichkeit als zusammengefaltete Idee seiner Selbst
seiner Erscheinung . Den dort ruhenden Punkt der
scheinbar kreisenden Welt zu berühren . Oder ein Ritual
denkend zu empfinden . HANS HOLLEs Bilder finden sich
in Sammlungen . Dort sind es die Glücksritter, das sie
sind : verstapelt und verlagert. Zur Versteigerung
freigegeben, bis dasz der Ozean uns anlacht .



Olu Amoda

https://www.gafraart.com/artists/30-olu-amoda/overview/

 

Olu Amoda was born in Warri, Nigeria. He graduated in sculpture from Auchi Polytechnic in 1983, and was awarded a Masters of Fine Arts from Georgia Southern University in 2009. Amoda has worked as an Artist-in-Residence in Villa Arson in Nice, France (2000); the Bag Factory in Johannesburg, South Africa (2003); at the Appalachian Statue University in Boone, North Carolina (2006) and at the New York Design Museum (2010).

 

Amoda's work can be found in many local and international collections including the New Ark Museum in New Jersey, USA. He has exhibited around the world, including the Museum of Art & Design, USA; the Didi Museum, Nigeria; the 6th Biennale de L'Art African Contemporain, Senegal and the Victoria & Albert Museum, UK. Olu Amoda is the founder of Riverside Art and Design Studios in Yaba, Lagos. He has taught Sculpture and Drawing at the School of Art, Design and Printing at Yaba College of Technology in Lagos since 1987. Olu Amoda lives and works in Lagos, Nigeria.



"A menina", Acrílica sobre tela, 110x110cm, 2018


"O grito e o silêncio", Acrílica sobre tela, 2012, 100x130cm

Foto de Erivan Morais


"O samba", Acrílica sobre tela, 2018, 110x130cm


"Primavera", Carvão, pastel e tinta acrílica sobre tela, 2012

120x100cm, Foto Erivan Morais


"A Rainha está nua", Carvão e Pastel sobre tela, 2012

90x120cm, Foto de Erivan Morais


"O Jardim", Acrílica sobre tela, 2019, 120x100cm

Disponível para venda


"União"

Acrílica sobre tela, 2020

60x50cm

Disponível para venda


SUZART

 

Suzart nasceu Valdiney Sousa Suzart em 10 de janeiro de 1967 na cidade de Feira de Santana no estado da Bahia, Brasil. Suzart passou sua infância e adolescência na cidade histórica de Cachoeira, onde começou a pintar em 1981. Ele atualmente reside e trabalha na região do Recôncavo Baiano, na cidade de Muritiba. Esta área serve de grande inspiração para Suzart desde o sincretismo religioso, a miscigenação e a cultura afro-brasileira fazem parte da vida diária do povo do Recôncavo Baiano. Suzart cria sua arte sincera, onde a cor, formas e influências do mundo atual são transformados em esta língua universal.

. Ao receber o grande prêmio de viagem a Europa da V Bienal, Suzart atirou-se ao mundo, expôs em Berlin, Dakar, Ghana, Miami, mas sempre volta ao recôncavo, umbigo da Bahia antiga, secular, moderna. Região


Natural de Feira de Santana, depois foi morar em cachoeira onde começou, na infância, a desenhar e pintar. Mora em Muritiba cidade localizada no interior da Bahia, Suzart teve vários trabalhos premiados e reconhecidos no Brasil e em vários países onde expôs, como por exemplo, na Alemanha, nos Estados Unidos e Senegal. A entrada é gratuita e conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.

 

Nesta mostra, as obras combinam a figuração, o abstrato, o real e o irreal. Figuras humanas e objetos, mergulhados numa atmosfera de mistério e absurdo. Situações de sonho, puramente imaginárias. É importante perceber a riqueza de detalhes das pinturas do artista e a estranheza das situações criadas nas imagens que registra. Algumas capazes de horrorizar-nos por sua crueza, outras de maravilhar-nos por sua beleza.

Suzart deixa emergir das cavernas do inconsciente ideias que são filtradas e reprocessadas pelo consciente, levando em consideração a cultura na qual está situado. Utiliza, com ênfase, o realismo visual, reproduzindo as imagens do mundo exterior com exatidão e minúcia. Ele executa seu trabalho em plena consciência, utilizando recursos técnicos e expressivos que se fundem na razão e no conhecimento intelectual do mundo, como a perspectiva científica, a cor local e o desenho de detalhe.

 

Suzart abre, em sua pintura, um mundo misterioso, simbólico e poético, livre da necessidade de grandes explicações teóricas e de explicações mirabolantes, comuns em obras de artistas que fazem muito mais literatura do que pintura. Além disso ele consegue mesclar de forma surpreendente estas influências com os mais radicais movimentos do pós-modernismo, e ainda sem perder jamais suas raízes africanas do Recôncavo Baiano. Lançando mão de uma temática que supera o mero regionalismo, nos presenteia com uma pintura antenada com o mundo atual.

 

“Sinto-me feliz em ser um artista do Recôncavo. Procuro não me prender a uma técnica só, porque quando estou trabalhando não sei qual rumo a pintura vai tomar. Às vezes um detalhe do quadro "pede" que seja feito de carvão ou acrílica. Aí sou "levado" a fazer, por exemplo, uma técnica mista. Sinto que meu trabalho tem uma linguagem simples, o que eu acho muito importante. Identifico nele sincretismo, miscigenação, sensualidade e outras coisas com as quais convivemos aqui na Bahia. Em 1981, fiz minha primeira exposição coletiva numa praça de Cachoeira, participei com duas telas pequenas. Desde aquele momento, venho descobrindo coisas fascinantes na arte de pintar e vejo que ainda tenho muito a descobrir, tanto na parte técnica como na estética. A pintura é, e sempre será, um grande veículo de expressão, assim como a instalação, escultura, fotografia, etc. Já fiz, e posso voltar a fazer, instalações e esculturas, mas meu negócio mesmo é a pintura”, diz Suzart

"Maria 1", Acrílica sobre tela, 2012, 100x120cm

Foto Erivan Morais


"O Homem", Acrílica sobre tela, 2012, 100x120cm

Foto Erivan Morais


"Ouroboros", Acrílica sobre tela,2012, 100x120cm

Foto Erivan Morais


"Sereia"

Xilogravura, 29x21cm


"Anjo", Acrílica sobre tela, 2019, 150x170cm


"Asas", Acrílica sobre tela,2020, 150x90cm



Suzart

 

Foi durante as minhas andanças pelo interior do Estado, quando atuei como curador dos Salões Regionais de Artes Plásticas do Estado da Bahia, ainda nos anos 90, que conheci o trabalho de Suzart. Em 2006, eu, ele e Nen, outro artista que também conheci nos Salões Regionais, fizemos uma grande exposição juntos, em Salvador, e tivemos a oportunidade de conhecer bem o trabalho um do outro.

Pintor de excelente qualidade, Suzart foi premiado nos Salões Regionais e recebeu o prêmio de viagem à Europa, na V Bienal do Recôncavo. Expôs na Alemanha, nos Estados Unidos, no Senegal e em cidades brasileiras, mas continua morando e trabalhando na cidade de Muritiba, no recôncavo baiano, fiel às suas raízes e à magia visual que a região oferece.

Nesta mostra, mais uma comprovação dos méritos do artista, estão as novas pinturas de Suzart. Obras que combinam a figuração, o abstrato, o real e o irreal. Figuras humanas e objetos, mergulhados numa atmosfera de mistério e absurdo. Situações de sonho, puramente imaginárias.

É importante perceber a riqueza de detalhes das pinturas do artista e a estranheza das situações criadas nas imagens que registra. Algumas capazes de horrorizar-nos por sua crueza, outras de maravilhar-nos por sua beleza.

Suzart deixa emergir das cavernas do inconsciente idéias que são filtradas e reprocessadas pelo consciente, levando em consideração a cultura na qual está situado. Utiliza, com ênfase, o realismo visual, reproduzindo as imagens do mundo exterior com exatidão e minúcia. Ele executa seu trabalho em plena consciência, utilizando recursos técnicos e expressivos que se fundem na razão e no conhecimento intelectual do mundo, como a perspectiva científica, a cor local e o desenho de detalhe.

Suzart abre, em sua pintura, um mundo misterioso, simbólico e poético, livre da necessidade de grandes explicações teóricas e de explicações mirabolantes, comuns em obras de artistas que fazem muito mais literatura do que pintura.

 

Justino Marinho


SUZART

 

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

 

Centro Cultural DANNEMANN, São Felix – Bahia - 1994

Museu de Arte Contemporânea ( MAC), Feira de Santana – Bahia – 1997

Casa da Cultura Galeno D` Avelírio, Cruz das Almas – Bahia-2000

Fundação Museu HANSEN da Bahia, Cachoeira- Bahia- 2000

Espaço Calasans Neto, Teatro Jorge Amado, Salvador – Bahia-2000

Instituto Cultural Brasileiro na Alemanha (ICBRA), Berlin-2001

O Pouso da Palavra galeria, Cachoeira-Bahia - 2001

Grahan Center Art University, Miami - EUA – 2005

Caixa cultural Salvador-Salvador-Bahia-2012

Caixa cultural São Paulo-São Paulo-2012

O pouso da palavra galeria, Cachoeira-Bahia-2014

 

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

Panorama Galeria de Arte, Salvador- Bahia-1989

Museu SPHAN Pró – memória, Cachoeira- Bahia –1984, 1987, 1989

Museu de Arte Contemporânea (MAC), Feira de Santana- Bahia-1998 (duas exposições)

Instituto do Patrimônio Histórico e Cultural (IPAC), Cachoeira – Bahia- 1998, 1999

Associação Cultural Brasil – Estados Unidos (ACBEU), Salvador – Bahia –1999

Goethe Institut, Berlim – Alemanha – 2003

Ghana-Africa-2004

Senegal-Africa-2004

Camarões-Afriaca-2005

Centro Cultural Correios – Salvador-Bahia – 2006

Kfua Galeria- Cachoeira-Bahia – 2007

Café e arte-2008

Pouso da palavra-Cachoeira -Bahia-2010

Sobrado Arte Design-Salvador-Bahia-2011

Pouso da palavra, Cachoeira-Bahia – 2013, 2014, 2015

Pouso da palavra, Cachoeira-Bahia - 2016, 2017, 2018

 

SELECIONADO:

I Bienal do Recôncavo, Centro Cultural DANNEMANN, São Félix- Bahia – 1991

II Bienal do Recôncavo, Centro Cultural DANNEMANN, São Félix –Bahia-1993

IV Bienal do Recôncavo, Centro Cultural DANNEMANN, São Félix- Bahia – 1998

Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia, Feira de Santana- Bahia- 1999

V Bienal do Recôncavo, Centro Cultural DANNEMANN, São Félix-Bahia-2000

VI Bienal do Recôncavo, Centro Cultural DANNEMANN, São Félix – Bahia- 2002

 

 

PREMIAÇÕES :

 

Prêmio Destaque Especial do Júri – IV Bienal do Recôncavo, 1998

Menção Honrosa - Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia, 1999

Grande Prêmio Viagem à Europa – V Bienal do Recôncavo, 2000

 

 

PARTICIPAÇÃO:

 

WorkShop INTRAFRIKA+ em Berlin, Alemanha, 2003

 

Vadiney Sousa Suzart

wurde am 10. Januar 1967 in Feira de Santana geboren, wuchs aber in den Städten Cachoeira, São Félix und Muritiba auf. Als Teenager begann er, Rockalbum-Cover zu malen und Kopien zu machen, erkannte jedoch bald, dass er seine eigenen Kompositionen erstellen konnte.

Neugierig und interessiert an der Welt der Farben und des Lichts, wurde die Malerei in den frühen 1980er Jahren zu seinem Schwerpunkt. Er hatte keinen akademischen Hintergrund wie andere junge Menschen aus dem Inneren Bahias, deren Hintergrund eng mit den Erfahrungen lokaler kultureller Manifestationen verbunden ist. Laut Suzart:

Ich erinnere mich, dass ich Touristen folgte, die durch die Stadt Cachoeira zogen [...]. Und in den frühen 80er Jahren erinnere ich mich nicht an Referenzen von irgendjemandem in Cachoeira, der eine Schule der Schönen Künste gegründet hatte. Ich komme aus einer Familie traditioneller Polizisten [...]. Die einzigen Bücher in meinem Haus waren ein Strafgesetzbuch und ein Wörterbuch. (SUZART, 2014).

Die Realität unterscheidet sich stark von der, die er im Laufe der Jahre aufgebaut hat. Dies war möglich, weil seine Familie sehr empfänglich für Kunst war, wenn sie Valdineys Engagement für das wahrnahm, was er gerne tut. Er kommentierte: „Mein Vater gab mir eine Staffelei, mein Bruder gab mir Kunstbücher. [...] Obwohl er eine Person aus dem Sertão da Bahia in Baixa Grande war, ein Polizist, hatte er die Sensibilität und als mein Name in der Zeitung herauskam, war er bewegt. Ich hatte so viel Glück, diesen Anreiz. “ (SUZART, 2014).

Sein Atelier befindet sich in seinem eigenen Haus in Muritiba, einer Umgebung mit vielen Büchern und Schallplatten, die sein Interesse an Künstlern des 20. Jahrhunderts wie Salvador Dalí, Pablo Picasso und Francis Bacon zeigen. Es war der Zugang zu Büchern, der es ihm ermöglichte, mit der Geschichte der westlichen Kunst in Kontakt zu treten. Wie andere junge Bahianer beeindruckten sie die Bilder des Surrealismus, aber sie versäumten es nicht, ihre eigenen bildlichen Lösungen zu finden. Im Fall von Suzart führt er in vielen seiner Gemälde einen Dialog mit der Abstraktion durch einen Raum, der unendlich macht.

Er wurde auch zu hyperrealistischen Erfahrungen geführt, wobei er ein lebendiges Modell verwendete, von dem einige direkt mit seinem persönlichen Leben verbunden waren. Malen Sie sie im Detail und achten Sie darauf, die Zeitzeichen zu beachten. (SUZART, 2014). In einigen Gemälden tätowiert er die menschliche Figur, deren Körper, Gesicht oder Kopf mit raffinierten Zeichnungen bestickt ist, was ein Highlight in den jüngsten Arbeiten darstellt. Damit wird ein intertextueller Diskurs etabliert, dessen Thema zeitgenössische Körperkunst und Skarifikationen afrikanischer Vorfahren sind, wobei der schwarze Körper des Recôncavo der Ort für diese Marken ist.

In seinem kreativen Prozess schreibt er Ideen auf, die ankommen. Selbst wenn Sie sich bereits vorgestellt haben, wie Sie einen Auftrag beenden möchten, können Sie während des Abschlusses eine andere Richtung einschlagen. Wenn Ideen auftauchen, werden sie sofort durch Notizen aufgezeichnet. Er bereitet seine eigenen Leinwände, seine Hauptstütze und Experimente mit Holzkohle, Pastellacrylfarbe und Ölfarbe vor und kann auf derselben Stütze Bereiche mit mehr als einem dieser Materialien bemalen. Es verbindet Poesie mit der Technik der Malerei. Diese Poesie, die seiner Meinung nach aus seiner Malerei hervorgeht, befindet sich im Kino und in der Literatur, die auch Referenzen für die Konstitution seines Bilduniversums sind.

 

Einzelausstellungen:

1994 - São Felix, BA. Einzelperson im Dannemann Kulturzentrum.

1997 - Feira de Santana, BA. Einzelperson im Museum für zeitgenössische Kunst (MAC).

2000 - Cruz das Almas, BA. Einzelperson, im Haus der Kultur Galeno D` Avelírio.

2000 - Cachoeira, BA. Einzelperson bei der Hansen Bahia Museum Foundation.

2000 - Salvador, BA. Einzelperson, im Espaço Calasans Neto, Teatro Jorge Amado.

2001 - Berlin, Deutschland. Einzelperson am brasilianischen Kulturinstitut in Deutschland (ICBA).

2001 - Cachoeira, BA. Individuell, in der Landung des Wortes.

2005 - Miami, USA, an der Grahan Center Art University.

2012 - São Paulo, SP - Einzelperson, bei Caixa Cultural Salvador.

Teilnahme an Hallen, Biennalen und Kollektiven:

1984, 1987 und 1989 - Cachoeira, BA. Kollektiv im SPHAN Pró-Memória Museum.

1989 - Salvador, BA. Kollektiv bei Panorama Galeria de Arte.

1991 - São Félix, BA. I Recôncavo Biennale im Dannemann Kulturzentrum.

1993 - São Félix, BA. II Recôncavo Biennale im Dannemann Kulturzentrum.

1998 und 1999 - Cachoeira, BA. Kollektiv in der Galerie des Instituts für künstlerisches und kulturelles Erbe von Bahia - IPAC.

1998 - São Félix, BA. IV Recôncavo Biennale im Dannemann Kulturzentrum.

1999 - Feira de Santana, BA. Regionale Ausstellung für Plastische Kunst in Bahia.

1999 - Salvador, BA - Kollektiv, bei der Cultural Association Brazil United States - ACBEU.

2000 - São Félix, BA. V Recôncavo Biennale im Dannemann Kulturzentrum.

2002 - São Félix, BA. VI Biennale des Recôncavo im Dannemann Kulturzentrum.

2003 - Berlin, Deutschland. Kollektiv am Goethe-Institut.

2003 - Berlin, Deutschland. INTRAFRIKA + Workshop.

2004 - Ghana und Senegal. Afrika, kollektiv.

2005 - Kamerun, Afrika. Kollektiv.

2006 - Salvador, BA. Kollektiv im Kulturzentrum der Post.

2008 - Cachoeira, BA. Kollektiv im Café e Arte.

2008 - Cachoeira, BA. Kollektiv bei Kfua Galeria.

2010 - Salvador, BA. Kollektiv bei der Landung des Wortes.

2011 - Salvador, BA. Kollektiv bei Sobrado Arte Design.

2012 - Salvador, BA. Kollektiv im Museum für moderne Kunst von São Paulo - MAM-SP, eine Veranstaltung parallel zur posthumen Ausstellung von Ernesto de Fiori.

 Auszeichnungen:

1998 - Special Jury Highlight Award auf der IV Recôncavo Biennale im Kulturzentrum. Dannemann, in São Félix, BA.

1999 - Lobende Erwähnung im Regionalen Salon für Plastische Kunst in Bahia in Feira de Santana, BA.

2000 - Hauptpreis Reise nach Europa auf der 5. Recôncavo Biennale in São Félix, BA.

 

Einzelausstellungen:

1994 - São Felix, BA. Einzelperson im Dannemann Kulturzentrum.

1997 - Feira de Santana, BA. Einzelperson im Museum für zeitgenössische Kunst (MAC).

2000 - Cruz das Almas, BA. Einzelperson, im Haus der Kultur Galeno D` Avelírio.

2000 - Cachoeira, BA. Einzelperson bei der Hansen Bahia Museum Foundation.

2000 - Salvador, BA. Einzelperson, im Espaço Calasans Neto, Teatro Jorge Amado.

2001 - Berlin, Deutschland. Einzelperson am brasilianischen Kulturinstitut in Deutschland (ICBA).

2001 - Cachoeira, BA. Individuell, in der Landung des Wortes.

2005 - Miami, USA, an der Grahan Center Art University.

2012 - São Paulo, SP - Einzelperson, bei Caixa Cultural Salvador.

Teilnahme an Hallen, Biennalen und Kollektiven:

1984, 1987 und 1989 - Cachoeira, BA. Kollektiv im SPHAN Pró-Memória Museum.

1989 - Salvador, BA. Kollektiv bei Panorama Galeria de Arte.

1991 - São Félix, BA. I Recôncavo Biennale im Dannemann Kulturzentrum.

1993 - São Félix, BA. II Recôncavo Biennale im Dannemann Kulturzentrum.

1998 und 1999 - Cachoeira, BA. Kollektiv in der Galerie des Instituts für künstlerisches und kulturelles Erbe von Bahia - IPAC.

1998 - São Félix, BA. IV Recôncavo Biennale im Dannemann Kulturzentrum.

1999 - Feira de Santana, BA. Regionale Ausstellung für Plastische Kunst in Bahia.

1999 - Salvador, BA - Kollektiv, bei der Cultural Association Brazil United States - ACBEU.

2000 - São Félix, BA. V Recôncavo Biennale im Dannemann Kulturzentrum.

2002 - São Félix, BA. VI Biennale des Recôncavo im Dannemann Kulturzentrum.

2003 - Berlin, Deutschland. Kollektiv am Goethe-Institut.

2003 - Berlin, Deutschland. INTRAFRIKA + Workshop.

2004 - Ghana und Senegal. Afrika, kollektiv.

2005 - Kamerun, Afrika. Kollektiv.

2006 - Salvador, BA. Kollektiv im Kulturzentrum der Post.

2008 - Cachoeira, BA. Kollektiv im Café e Arte.

2008 - Cachoeira, BA. Kollektiv bei Kfua Galeria.

2010 - Salvador, BA. Kollektiv bei der Landung des Wortes.

2011 - Salvador, BA. Kollektiv bei Sobrado Arte Design.

2012 - Salvador, BA. Kollektiv im Museum für moderne Kunst von São Paulo - MAM-SP, eine Veranstaltung parallel zur posthumen Ausstellung von Ernesto de Fiori.

 Auszeichnungen:

1998 - Special Jury Highlight Award auf der IV Recôncavo Biennale im Kulturzentrum. Dannemann, in São Félix, BA.

1999 - Lobende Erwähnung im Regionalen Salon für Plastische Kunst in Bahia in Feira de Santana, BA.

2000 - Hauptpreis Reise nach Europa auf der 5. Recôncavo Biennale in São Félix, BA.

 

Salif Youssouf Diabagate